Manipulem-me os sentimentos.....façam isso por favor, para não sentir que aqui dentro vai uma grande dor. Saudade, por assim dizer, não ma apaguem apenas não a deixem crescer. Sem ver o fim, apenas o começo desses trilhos cortados à ultima da hora....saudade, pois, dos tempos em que na minha cabeça não existia esta demora. Culpa minha.......minha somente, de algemas nas mãos me condeno eternamente.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Beleza ?!
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
5º Sinal Vital: Dor
Agredi-me apenas para sentir aquela dor que as pessoas sentem quando o fazem...despersonalizei-me olhei para ela e ri-me, afinal não és maior que aquela dor que dá cá dentro mesmo sem agressão. E, ficando ali especada observei-me....continuas a mesma, não mudas-te nem um pouco...sentimentos, crenças...tudo aquilo é afinal o que sou...apenas aquela dor é relativa, não deixa ficar estático este meu ser....afinal a dor é viver ou morrer? Talvez seja apenas dor....aquela em que me agrido sem ter nisso qualquer prazer que não o dinamismo deste ser.
sábado, 27 de outubro de 2007
Faça-se silêncio
Faça-se silêncio, agora ao olhar o mar, na escuridão da noite tudo o que se consegue "enxergar" é somente o som deste borbulhar, faça-se silêncio vamos apenas figurar ali olhando aquela mistura negra de areia e mar, sentir o frio a fazer quebrar cada pedaço deste íntimo ser.
Arrastam-se finos grãos de areia, perdem-se pequenas porções de mar ganha-se, no entanto, a beleza que apenas um silêncio pode dar...
Negra cor
Não acredito que, algum dia esse espaço eternamente infinito pudesse ver-se limitar, por este círculo vazio que reside no meu olhar e sem saber, nesta minha eterna ignorância parecem os dias mais claros e escuros, desprovidos de qualquer cor que lhes queira dar, algo que até agora não sei explicar, esta monocromia de ver as coisas.
No lugar do sonho agitasse a mais poderosa noite, também ela negra de sua cor, porque não ouso pintá-la de nenhuma outra, nesta tela silenciosa em que me debruço vagamente e em traços leves faço uso da mais fina camada dessa negra cor.
Porque no fundo quando a cor veio ao mundo já o negro era senhor.
No lugar do sonho agitasse a mais poderosa noite, também ela negra de sua cor, porque não ouso pintá-la de nenhuma outra, nesta tela silenciosa em que me debruço vagamente e em traços leves faço uso da mais fina camada dessa negra cor.
Porque no fundo quando a cor veio ao mundo já o negro era senhor.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Aquele lugar...
Pequenas fronteiras imóveis vão, no entanto, seguindo-nos para todo o lado...imóveis na sua natureza, moveis só por pecado, porque as arrastamos connosco ainda que por mais pesadas que sejam. Limitam os limites que já de nossa natureza temos, ficamos assim fechados naquele sitio onde só nós podemos entrar e de onde só nós conseguimos sair.
Neste negro mar nos vemos flutuar, nesta negra poça da esperança que possa ainda existir...
Neste negro mar nos vemos flutuar, nesta negra poça da esperança que possa ainda existir...
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