domingo, 25 de maio de 2008

Just going...


(Going away, by oloferla, deviantart.com)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

The Sunny Side of The Street



Uma para alegrar, porque é rara a vez que a oiço e não sorrio...e porque ando a precisar de sorrir, nem que seja para enganar o que quer que seja que sinto, ainda que não o faça desaparecer.

The Sunny Side of The Street!! Definitivamente a ouvir.

Bad Dream



(Nightmare, by eliXile, deviantart.com)


Tive um pesadelo a noite passada, pela altura em que acordei, olhei e não vi nada. Estiquei a mão e agarrei a garrafa de água, que estava sentada junto à cama, bebi até a sede desaparecer, calcei as pantufas meio embalada pela rotina que era já o calça-las a arrestei-me até ao computador, não se passava lá nada, apenas aquela imagem de fundo com o melhor nascer do sol que encontrei, um caminho por entre as árvores e os primeiros raios de sol a aparecer. Foi por aí que deambulei, uma bela meia hora do meu tempo matinal…sentada em frente ao ecrã a decidir o que aquilo significava e a verdade é que não tinha nenhum significado abstracto como o que eu procurava, era apenas um nascer do sol igual a tantos outros num local diferente do mundo.

3 da manhã se bem me lembro, não ouvi barulho apenas o cheiro do meu quarto e liguei a televisão, raios como aquela explosão de luz me fez confusão aos olhos! Nem me dei ao trabalho de pôr as almofadas daquela maneira especial para evitar que bata com a cabeça na madeira da cama…encostei logo a cabeça e fiquei a olhar para o ecrã…nem consigo dizer o que estava a dar acho que nem o vi ao certo. Foi então que apaguei a luz e não vi nada, foi um pesadelo que tive a noite passada.

Just like in a bad dream i woke up

My nightmare began that time

While I was still colorblind and

All I could see was the heavy dark of night mixed with the few light

Someone lighted up outside.

Call me nuts if you want

But my nightmare began that night.

by Pólvora

terça-feira, 20 de maio de 2008

The Dublin Reels



Impossível é não gostar deste tipo de musica, uma que eu tinha para aqui guardada e da qual gosto, enfim, Chieftains, Turlough O' Carolan, The Dubliners e os The Pogues, que têm a minha musica de natal favorita "Fairytale of New York" é mesmo a única musica de natal que me faz algum sentido.

Pura musica Irlandesa e da boa, não daria para colocar o meu reportório todo, mas acho que esta encaixa bem!

Aí fica, para ouvir!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Cure for Pain



Bloody Great! Mistura de jazz, blues, rock, whatever you wanna call it! Pura musica para os meus ouvidos, desconhecia a musica acidentalmente encontrei-a no youtube, gostei aqui fica, somente para os meus ouvidos ou para quem quer que seja que venha aqui ouvi-la também.

Enjoy it.

domingo, 18 de maio de 2008

Oldies

(Old, by luclak, deviantart.com)


São velhos e da terra já colheram muito. Eu nunca tive de pedir nada, dizem com o ar arrogante de quem nunca teve muita coisa também, porque nunca souberam a verdadeira diferença entre pedinchar e pedir ajuda.

São velhos seja-lhes dado o devido desconto, o da idade. Quando pensamos que podemos aprender com eles, salta-nos à vista a verdadeira essência do seu ser, o orgulho quase bárbaro e decadente que aos olhos dos outros se transforma na mais estranha forma de agonia: no meu tempo não era assim.

Emanam estranhas filosofias que faziam sentido há algum tempo atrás, agora não são mais do que o estranho desafio de trazer o passado para o presente e o fazer revelar-se no futuro também, ignorando que não é preciso evocar o passado para que ele nos caia em cima a qualquer momento.

Vão vivendo, certezas? Têm já muitas e eu apenas uma, a morte, não há nada mais certo que isso, mas o destino é radical nestas coisas, acusa-nos de termos seguído o caminho que queríamos para que as coisas surgissem aos nossos olhos assim, com fraqueza, o destino é talvez a maior incerteza que tenho de certeza em mim.

São velhos, e alguns enchem-nos de coisas boas, o cheiro da feijoada acabada de fazer, o jogo da malha que gostávamos de ver...outros são simplesmente assim, pagam-nos com aquilo que têm de mais valioso para eles e, por defeito [talvez], não faz o meu género, não sendo eu prostituta da vida mas sim aquela que tem poder sobre a mente estranha que me deram ao nascer [Shiuuuuuuu....não digas a ninguém].

Esqueço-me de contar as rugas nas suas caras, porque já tantas são que não as distingo, mas fazem daquele vosso alegre olhar, o mais triste genótipo daquilo que de facto é o vosso presente. A bengala precisa agora de ajuda para andar e a paciência já não é o que era, ou talvez nunca o tenha sido.

Velhos são os trapos, que bonita, a frase feita do dia, com a qual tento acalmar os relógios impedindo o tempo de passar e, com sete pedras na mão acolhem-me à entrada do portão, naquilo a que chamo o eterno regressar da vida ao seu caixão.

There's really no country for old man and they know it.


*Alguém da família me deu algo hoje........e para quê? Apenas para me fazer escrever isto.


sexta-feira, 16 de maio de 2008

Carta ao Ego


(Alter ego, by WiciaQ, deviantart.com)


São feitos de gente simples, rostos que nunca ousas-te olhar, como decides tu o que deve seguir ou o que deve ficar? Pisco-te o olho e quando me viras as costas não tenho problema em soltar aquilo que calas todos os dias com esses teus pés ensanguentados de pisar. São facas, agulhas, pedaços de vidro que fiz estalar só para ter o prazer de te ver desistir de os calar.

Esqueci-me que és igual a mim, ainda que de mim te dissocie, esqueci-me que desistir não é algo que saibas soletrar.

Continuas a interromper-me cada vontade com a tua estranha forma de calar e, se por fim, ouso falar terá sido pela batalha que travei contigo me ter feito ganhar.

Querido ego, mais um dia; Vamos ceifar os pensamentos que me dão agonia esses sim podes até queimar. Por defeito ou somente teimosia, brinco com as decisões que tenho que tomar, enquanto vou afogando tudo o que tentas em mim arquivar.

Não é justo, que na falta de espaço queiras guardar os restos no meu coração, posso ver maldade quando te dou a mão, sinto que me cravas punhais e quando dou por mim estou erguida naquela cruz esculpida por tua vontade [a de quereres tudo].
É então que grito e me acordo sem querer, bato no peito e tu foges aflito para que não te veja a fazeres-me sofrer.

Até em sonhos [em sonhos, repito], quando tens tempo para vir lá do fundo, vens ao cheiro daquilo que ainda está vivo.

I'm living in the present future as they say no wonder i don't wanna stay.

*Texto escrito um pouco à pressa no autocarro quando vinha de mais um dia de estágio, mais ou menos no inicio deste ano.



quinta-feira, 15 de maio de 2008

Tomorrow (I'll be gone)



Não aprecio a banda, mas gosto desta musica.
Porque
Tomorrow I'll be gone.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

As Ilhas Afortunadas



Que voz vem no som das ondas
Que não é a voz do mar?
É a voz de alguém que nos fala,
Mas que, se escutarmos, cala,
Por ter havido escutar.

E só se, meio dormindo,
Sem saber se ouvir ouvimos,
Que ela nos diz a esperança
A que, como uma criança
Dormente, a dormir sorrimos.

São ilhas afortunadas,
São terras sem ter lugar,
Onde o Rei mora esperando.
Mas se vamos despertando,
Cala a voz, e há só o mar.




(Fernando Pessoa in A Mensagem & Foto tirada por mim)

terça-feira, 13 de maio de 2008

It might....NOT!

Imagem: deviantart.com



Dizem que as nossas mães sabem realmente como hão-de pôr-nos a funcionar - porque instalaram o dispositivo.

(Robin Williams in The people's choice awards, CBS)

Será?

domingo, 11 de maio de 2008

Relaxing Moment



Achei piada à musica quando a ouvi aqui! Weird.
Bem a ouvir, é provável que ajude a descontrair como me fez a mim.

If I was young, I'd flee this town, I'd bury my dreams underground

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Jumping off a roof

(Dream about falling down by bucz, deviantart.com)

Think of it as my way of a solid ground where I can't feel my steps as I walk around.

Miles and miles way down I go seems creepy but that’s just a feeling I can’t afford to show, while my wings make it easier to go…I stop and say “Wait, why this fall?”.


Time ain’t gonna turn back now, you’re on your own it says. I raise my middle finger in this ironic falling stage - I’ll be back, another time, another day.

Cheers!

*Algo que escrevi enquanto ouvia "Tomorrow" by James, daí a ideia do texto!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Just Music


Aproveito para deixar aqui algo que ouvi recentemente e até não desgostei! Aparentemente são uma nova banda portuguesa! A ouvir, gosto especialmente da musica "The Arrival".

domingo, 4 de maio de 2008

Palavras para quê?


Sou só eu!


I walked down by the river,
I turned my head up high.
I saw that silver linin
That was hangin in the sky.

(Paths of victory by bob Dylan)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Sleep, I'm coming


(Sleepy Kitten, by drsimth, deviantart.com)


Silêncio a vozes que surgem como cantos à beira dos meus ouvidos. Fecho os olhos com força e o sono não vem...diz que está atrasado, ou não vem já porque não lhe dá jeito, o que eu sei é que não consigo dormir, mesmo com esta calma, este silêncio pelo qual normalmente me fico e adormeço.

Aponto os olhos para aquilo que penso ser o tecto. Estico os braços ao longo do corpo…submersa, naquele mar negro que envolve o quarto e é aí que reconheço que não gostaria de estar em nenhum outro lado que não aqui…onde de facto posso partir para todo o lado se ao menos fechasse os olhos e dormisse.

Escrito dia 19 Abril 2008

Drifting (around)



Tem dias a vida...dias mais vividos que outros e musicas que nos fazem simplesmente valer o dia e pensamos que afinal nos levantamos só para chegar ao fim do dia e ouvir isto...pelo menos foi assim que pensei ontem.