É quando te abraço que me esqueço que não te conheço. Que reconheço que não guardei as coordenadas dessa outra dimensão, ainda nem sei se vives ou não ["Achas que a vida foi...vida?"].
Dou-te a mão dos meus pensamentos, lamento se os achares esquisitos ou demasiado pequenos...
Acho que tudo isto acabou por ser algo como....coçar o rabo sem ter comichão! Papeis indefinidos que carecem sequer de alguma razão, engodos para a mente dos mais desinibidos...é assim que funciona a vida...que vivemos em coma.
1 comentário:
Me alegro de que vuelvas a escribir y me da pena que hayas quitado tu cabecera anterior. Es una pena no ser capaz de escribir en tu idioma. Un abrazo desde Bilbao.
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